POLíTICA / Quarta, 10 Março 2021 10:44

Parlamentares apoiam criação de Dia Marielle Franco contra violência política

Segundo Anielle Franco, irmã de Marielle e diretora executiva do instituto que carrega o nome da defensora dos direitos humanos, essa é uma forma de manter vivo o legado da ex-vereadora assassinada há quase três anos

Texto: Redação | Imagem: Reprodução

marielle
Introdução:

Segundo Anielle Franco, irmã de Marielle e diretora executiva do instituto que carrega o nome da defensora dos direitos humanos, essa é uma forma de manter vivo o legado da ex-vereadora assassinada há quase três anos

Texto: Redação | Imagem: Reprodução

Mais de 70 parlamentares de 45 municípios de todo o país se comprometeram em protocolar um projeto de lei que institui o dia 14 de março como o Dia Marielle Franco de Enfrentamento à Violência Política contra Mulheres Negras, LGBTQIA+ e Periféricas. A ação articulada pelo Instituto Marielle Franco, organização fundada pela família da ex-vereadora, também propõe o primeiro pacote legislativo com 12 projetos de lei apresentados por ela no Rio de Janeiro para serem multiplicados em outras cidades.

Para Anielle Franco, irmã de Marielle e diretora executiva do instituto, o conjunto de ações é uma forma de manter vivo o legado da ex-vereadora. “O Instituto realiza essa ação nacionalmente para enviar uma mensagem sobre a importância do ‘fazer Marielle’ na política, além do pacote legislativo,  enviamos um modelo de discurso para que as vereadoras possam falar na tribuna e ecoar uma só voz sobre a importância de levar esse legado adiante”, afirma.

Tanto a ação da Agenda Marielle Franco como o #PlantandoSementes são ações que estão totalmente ligadas à razão de ser do Instituto Marielle Franco, que tem como missão potencializar mulheres negras, LGBTs e periféricas e se baseia nos pilares de lutar por justiça, defender a memória, multiplicar o legado e regar as sementes da ex-vereadora.

Três anos do assassinato

No próximo domingo (14) completa-se três anos do assassinato da parlamentar do PSOL no Rio de Janeiro e do motorista Anderson Gomes. Nesta semana, uma reportagem da Veja revelou que a investigação trabalha com a hipótese de o crime ter sido motivado por uma vingança contra o partido Socialismo e Liberdade. Até agora nenhum mandante do assassinato foi apontado pela polícia e o inquérito, em sua totalidade, segue em sigilo.

 

 Apoie jornalismo preto e livre!

 O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de   financiamento coletivo e de outras ações com apoiadores. 

 Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos   equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor. 

 O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

 Acesse aqui e apoie a Alma Preta Jornalismo

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece. Se inscreva e receba nossas notícias toda semana.

VÍDEOS

rashidfala.jpg
insdefesa.jpg
devassashow.jpg
manifestantesmarchamnacn.jpg