COTIDIANO / Terça, 28 Setembro 2021 08:46

Nova temporada do ‘Conversa Preta’ debate gênero

Nova temporada vai ao ar nos dias 2 e 9 de outubro e conta com a participação da escritora Conceição Evaristo, da CEO da Wakanda Educação Empreendedora, Karine Santos, e da idealizadora da Escolinha Maria Felipa, a professora Bárbara Carine

Texto: Redação | Foto: Divulgação

Apresentadores do Conversa Preta
Introdução:

Nova temporada vai ao ar nos dias 2 e 9 de outubro e conta com a participação da escritora Conceição Evaristo, da CEO da Wakanda Educação Empreendedora, Karine Santos, e da idealizadora da Escolinha Maria Felipa, a professora Bárbara Carine

Texto: Redação | Foto: Divulgação

O time de profissionais pretos da Rede Bahia estará reunido para realizar mais uma edição do programa Conversa Preta. Pelo segundo ano consecutivo, a atração busca visibilizar pautas da negritude na rede de TV. Luana Assiz, Georgina Maynart, Luana Souza, Vanderson Nascimento, Aldri Anunciação, Müller Nunes e Tiago Reis são os apresentadores desta temporada, que vai ao ar nos dias 2 e 9 de outubro, logo após o programa "Vai que Cola".

Nos dois programas, os diálogos vão girar em torno da figura feminina, especialmente das mulheres negras. Entre as convidadas, estão a escritora Conceição Evaristo, a CEO da Wakanda Educação Empreendedora, Karine Santos, e a idealizadora da Escolinha Maria Felipa, a professora Bárbara Carine.

"É muito importante que a gente destaque o protagonismo feminismo negro nessa segunda temporada do Conversa Preta, uma vez que as mulheres são responsáveis pela construção da nossa sociedade. Estamos em Salvador, onde 53% da população é formada por mulheres e 54% dos domicílios são chefiados por elas. Falar desse assunto em um programa que discute a negritude, nossas conquistas e história só nos dá muita alegria, porque em tudo isso tem a mão da mulher preta”, conta a diretora do Conversa Preta, Mira Silva.

Reconhecimento

Entre as novidades dessa edição, o programa vai homenagear duas mulheres baianas com o Troféu Conversa Preta. A ideia é reconhecer o trabalho desenvolvido por elas dentro do segmento em que atuam, que por muitas vezes acaba não sendo devidamente credibilizado.

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