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Live começa às 15h no Instagram das Despejadas: @asdespejadas

Texto / Beatriz Mazzei I Edição / Pedro Borges I Foto / José de Holanda

Em uma conexão Moçambique-Brasil, as Despejadas contam com a participação da cantora e ativista cultural Lenna Bahule em uma live especial nesta sexta-feira, a partir das 15h.

A live será mediada pela integrante Vitória Silva, que além de cantora, é educadora e trabalhou com as músicas da Lenna durante uma oficina de Abayomi para ensinar sobre ancestralidade de forma lúdica.

Com formação na periferia de Guarulhos (SP), as Despejadas intensificam a presença virtual nesse momento de isolamento social para a contenção do novo coronavírus. Toda sexta-feira, a banda recebe um convidado para uma live com música e bate-papo.

As integrantes da banda também postam o passo a passo das músicas no violão e demais conteúdos culturais associados à negritude, como jogos africanos.

Lenna Bahule

Nascida em Maputo, Moçambique, e radicada em São Paulo, Lenna explora diferentes caminhos para o uso da voz e do corpo como instrumento musical e de expressão artística.

Engajada na área cultural, Lenna orienta cantores e grupos corais/vocais desenvolvendo um trabalho de expansão criativa e expressiva, fazendo o uso de algumas técnicas de improvisação livre, consciência corporal, jogos e brincadeiras musicais do universo da música corporal, circlesong e regência de sinais, e um trabalho introdutório sobre o repertório da música vocal de Moçambique. Na área de arte-educação, pesquisa e ministra uma oficina sobre jogos, brincadeiras, cantos e danças infantis e populares de Moçambique. Já ministrou esta oficina em diversos locais como: Instituto Brincante, Casa do Brincar, Teca Oficina de Música, Sesc’s, entre outros.

Serviço:

As Despejadas Convidam Lenna Bahule
15 de maio ás 15h
Instagram: https://www.instagram.com/asdespejadas/

 O povo preto quer narrar suas histórias

Vivemos em um mundo de disputa. Nossa sociedade tem profundas marcas das desigualdades que foram desenhadas ao longo da história. Na atualidade parece que há espaço para debate, a tão falada representatividade está sobre a mesa.
Mas o povo preto quer mais. Queremos narrar nossas próprias histórias. Queremos ter direito de fala não somente quando essa é concedida. Somos múltiplos, somos muitos e plurais. A ótica de ser preto no Brasil se revela como um espectro, tamanha a diversidade dos povos ancestrais que nos originaram, e a variedade de experiências que podemos ter e ser. Pertencer. O que nos conecta é pele.

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