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Texto: Divulgação / Edição de Imagem: Pedro Borges

Atividade no dia 5 de agosto, sexta-feira, apresenta o livro e suas reflexões

O livro “O hip hop e as diásporas africanas na modernidade” reflete sobre a reelaboração de culturas e identidades construídas a partir dos processos desencadeados pelas diásporas do passado e dos novos fluxos populacionais verificados no contexto pós-colonial.

Segundo Mônica do Amaral e Lourdes Carril – organizadoras do livro -, o hip-hop pode ser compreendido como estratégia contemporânea de enfrentamento de massas de jovens espalhados pelo mundo à lógica excludente, que tende a se intensificar com a globalização econômica e a mundialização da cultura. A obra tem a contribuição de pesquisadores de diversos países e de diferentes regiões do Brasil – que trouxeram uma discussão atualizada sobre as especificidades do pan-africanismo ao redor do mundo.

Mônica do Amaral participa de palestra sobre o assunto no dia 5 de agosto no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, na Rua Dr. Plínio Barreto, 285. Professora na faculdade de Educação da USP, Amaral é membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e da International Psychoanalytical Association.

Sobre o CPF-Sesc

Inaugurado em agosto de 2012, o Centro de Pesquisa e  Formação do Sesc é uma unidade do Sesc São Paulo voltada para a produção de conhecimento, formação e difusão e tem o objetivo de estimular ações  e desenvolver estudos nos campos cultural e socioeducativo.

Além do Curso Sesc de Gestão Cultural – que visa a qualificação para a gestão cultural de profissionais atuantes no campo das Artes, tanto de instituições públicas como privadas – a unidade proporciona o acesso à cultura de forma ampla, tematicamente, por meio de cursos, palestras, oficinas, bate-papos, debates e encontros nas diversas áreas que compreendem a ação da entidade, como artes plásticas e visuais, ciências sociais, comportamento contemporâneo e cotidiano, filosofia, história, literatura e artes cênicas.

 O povo preto quer narrar suas histórias

Vivemos em um mundo de disputa. Nossa sociedade tem profundas marcas das desigualdades que foram desenhadas ao longo da história. Na atualidade parece que há espaço para debate, a tão falada representatividade está sobre a mesa.
Mas o povo preto quer mais. Queremos narrar nossas próprias histórias. Queremos ter direito de fala não somente quando essa é concedida. Somos múltiplos, somos muitos e plurais. A ótica de ser preto no Brasil se revela como um espectro, tamanha a diversidade dos povos ancestrais que nos originaram, e a variedade de experiências que podemos ter e ser. Pertencer. O que nos conecta é pele.

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