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O conteúdo abordado vai compreender um breve percurso pelas contribuições de teóricas do feminismo e suas implicações para uma leitura feminista da sociedade atual

Texto: Redação | Edição: Nataly Simões | Imagem: Divulgação

A jornalista e ativista Bruna Rocha ministrará de forma online o curso “Introdução ao Pensamento Feminista” com o objetivo de revisar as principais autoras e ativistas do movimento feminista no Brasil e no mundo, com foco em uma perspectiva antirracista e antissistêmica.

A iniciativa acontece no dia 3 de outubro, a partir das 16h, na plataforma Google Meet. O investimento é de R$ 50. O conteúdo abordado vai compreender um breve percurso pelas contribuições de teóricas do feminismo e suas implicações para uma leitura feminista da sociedade atual.

“Há um grande equívoco circulando por aí que cristaliza o feminismo na experiência de mulheres e autoras brancas europeias. Neste curso, pretendo a abordar o feminismo a partir de outros marcos, sobretudo na produção intelectual e política de mulheres negras, latino-americanas, africanas, caribenhas, do Oriente Médio, enfim, uma infinita diversidade de lutas que costuram essa imensa colcha de retalhos que entendo por feminismo”, explica Bruna.

Enquanto perspectiva que articula teoria e prática, o curso também irá tratar de experiências revolucionárias de mulheres em vários territórios ao redor do planeta, bem como dos desafios e possibilidades colocados pela conjuntura para a construção da resistência feminista no Brasil e no mundo. Será disponibilizada bibliografia de apoio ao curso para leitura opcional.

Bruna Rocha é mestra em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e ativista dos movimentos de mulheres desde 2012. Ela foi diretora de Mulheres da UNE e durante sua gestão construiu o maior encontro de jovens feministas do Brasil, o 7º EME (Encontro de Mulheres Estudantes).

Para mais informações sobre o curso e para se inscrever, acesse o site. Os inscritos receberão um e-mail confirmando a pré-inscrição e informando os dados para transferência do pagamento.

 O povo preto quer narrar suas histórias

Vivemos em um mundo de disputa. Nossa sociedade tem profundas marcas das desigualdades que foram desenhadas ao longo da história. Na atualidade parece que há espaço para debate, a tão falada representatividade está sobre a mesa.
Mas o povo preto quer mais. Queremos narrar nossas próprias histórias. Queremos ter direito de fala não somente quando essa é concedida. Somos múltiplos, somos muitos e plurais. A ótica de ser preto no Brasil se revela como um espectro, tamanha a diversidade dos povos ancestrais que nos originaram, e a variedade de experiências que podemos ter e ser. Pertencer. O que nos conecta é pele.

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