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Texto: Pedro Borges
Edição de Imagem: Vinicius de Almeida

 

A Frente de Mídias Negras de São Paulo organiza no dia 8 de Outubro, sábado, na sede do Sindicato dos Advogados, rua da Abolição, 167, Bela Vista, o curso “Cartografia de Redes – onde estão os coletivos e sujeitos nas redes”. A atividade acontece entre as 8h30 e as 12h e conta com o apoio do Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação (Celacc-USP) e a Uneafro. As inscrições vão até o dia 26 de setembro.

O curso apresenta uma ferramenta para a análise de desempenho na internet, em especial para a avaliação do desempenho no Facebook. Cada inscrito deve escolher uma página da rede social para depois iniciar a construção do mapa de interações. Com o resultado, o participante criará um gráfico que apresenta o alcance e o envolvimento da página com as demais relacionadas à mesma temática. Na oficina serão utilizadas apenas ferramentas e softwares livres.

Tiago Pimental, responsável por conduzir o curso, pesquisa redes digitais e trabalha com comunicação em rede desde 1999. Ele é atualmente diretor da InterAgentes Comunicação Digital e membro da Associação Actantes, entidade que atua pela proteção da privacidade e pela liberdade na Internet.

Frente de Mídias Negras

A Frente de Mídias Negras foi criada em 2015 com o intuito de reunir diferentes iniciativas pretas do campo da comunicação para discutir de maneira coletiva a democratização da mídia sob a perspectiva racial.

Inscreva-se aqui.

Serviço:

Cartografia de Redes – “onde estão os coletivos e sujeitos nas redes”

Data e horário: 8 de Outubro de 2016, das 8h30 às 12h

Local: Sede do Sindicato dos Advogados – Rua da Abolição, 167, Bela Vista

Valor: R$ 50, 00

Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 O povo preto quer narrar suas histórias

Vivemos em um mundo de disputa. Nossa sociedade tem profundas marcas das desigualdades que foram desenhadas ao longo da história. Na atualidade parece que há espaço para debate, a tão falada representatividade está sobre a mesa.
Mas o povo preto quer mais. Queremos narrar nossas próprias histórias. Queremos ter direito de fala não somente quando essa é concedida. Somos múltiplos, somos muitos e plurais. A ótica de ser preto no Brasil se revela como um espectro, tamanha a diversidade dos povos ancestrais que nos originaram, e a variedade de experiências que podemos ter e ser. Pertencer. O que nos conecta é pele.

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