Nada é possível só. Ao contrário do que contam os livros de história, o povo preto sempre esteve unido. Sozinhos na sociedade, mas juntos na luta. Na escravidão, incontáveis foram as pretas e os pretos que se rebelaram contra a dominação branca e europeia. Nesse contexto, os quilombos tiveram importância central como forma de resistência.

De origem Bantu, a palavra Quilombo significa união, cabana, acampamento. Os quilombos se organizavam em comunidades rurais compostas por escravos fugidos e seus descendentes. Eram locais de difícil acesso para dificultar a chegada de invasores, entretanto, tinham vida efêmera. Alguns resistem até hoje, para preservar a cultura e aproximar o povo preto no enfrentamento dos problemas cotidianos.

O trabalho do Alma Preta não é possível sem uma extensa rede de colaboradores. A seção O Quilombo contará com diferentes visões negras sobre a questão racial. Teremos a experiência de pretos e pretas que vivem a realidade desigual do país, para propôr alternativas em nosso contexto.

Um debate não se faz sozinho. Para construir novas ideias diante do racismo brasileiro, iremos contribuir com a união histórica do povo preto. Nossa rede é desterritorializada e simboliza a união midiática contra as opressões raciais no Brasil.

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Sobre o Alma Preta

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial do Brasil. Em nosso conteúdo você encontra reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais, ilustrações e divulgação de eventos da comunidade afro-brasileira. Nosso objetivo é construir um novo formato de gestão de processos, pessoas e recursos através do jornalismo qualificado e independente.

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